sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Olhai Senhor

Senhor,deixai vosso traje em minha mao.
Pousai a moeda,ouvide atento
O canto do povo fiel alimento.

Ouvide os sinos de sua igreja,entoar sofrimento,olhe e veja.
Sua mao,senhor é branca e macia,neve gelada em àrvore esguia.
A mao do povo é rio a quebrar,onde o proprio homem desconhece nadar.

Olhai para o campo,o camponês cheira,a animal,besta,maresia e madeira.
Permita-me questionar,severo senhor,deixará também ouro,seu amargo odor?

Olhai corpos imoveis ,no andar da guerra.
Gritos,ferozes, ecoam na atmosfera.

Senhor,deixai capa e bastao em minha casa.
Pousai a ganância ouvide a palavra,
O berro do povo, é deveras velho e lento...
Porém lentamente surge tempestade do vento.

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